08/07/2013

Filippelli se fortalece como via alternativa


Vice-governador Tadeu Filippelli: a cada dia se fortalece como alternativa da aliança PT-PMDB


O senador Gim Argello (PTB), assim como o vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB), não só traçam planos para o futuro, mas também buscam a construção de um eixo político que resgate a autoestima do brasiliense, perdida com a gestão do governo Agnelo Queiroz (PT).

Filippelli tem se desdobrado como nunca naquilo que ele mais gosta de fazer: política. Ele sabe que o momento é este e para isso busca o entendimento com as mais variadas correntes de pensamento, tanto dos grupos dos ex-governadores Joaquim Roriz e José Roberto, quanto em outras legendas da base do governo.

A onda de protestos que varreu o país de uns 30 dias para cá recomenda prudência e paciência dos políticos, mas também percepção para o novo olhar do eleitor que vai, em 2014, escolher os novos mandatários do país, quer nos Estados, Congresso e Presidência.

No Distrito Federal, a situação do governador Agnelo Queiroz não é nada confortável, pois não consegue sair das cordas do ringue político, amargando números de aprovação tão baixos que envergonham os brasilienses. É este quadro de desânimo dos cidadãos preocupa Filippelli, aliados da base governista e oposição.

Como reverter esta desconfiança, já que o GDF tem dezenas de obras importantes em execução? “Mostrando que existem alternativas e Filippelli é uma delas”, conta um experiente marqueteiro que conhece o estilo e a capacidade do vice em liderar equipes. Para este publicitário, as principais obras de infraestrutura, principalmente em mobilidade urbana, têm o dedo de Filippelli. “Não existe ninguém que conheça melhor os problemas do Distrito Federal do que Filippelli.

Ele, além de acompanhar pessoalmente as execuções de obras, também conhece cada liderança das cidades administrativas, diferente de muitos pretendentes ao posto de Agnelo.” Exagero à parte, de fato o vice tem muitos anos de trabalhos prestados ao GDF e esta experiência vai ser levada em conta pelo eleitor.

O cenário é favorável ao vice-governador, pois o PMDB não nacional está propenso a abandonar o barco petista e, com isso, fortalecer candidaturas nos estados. É o caso do Distrito Federal onde, mesmo sendo vice do PT, Filippelli soube manter distância do lamaçal da gestão Agnelo. Sem qualquer respingo, ele pode ser o elo que vai unir as lideranças que participaram dos governos de José Roberto Arruda e Joaquim Roriz.

A tese que Agnelo pode ser substituído po Filippelli ganha espaço nas rodas políticas, como sinalizou o bem informado jornalista João Zisman no seu blog: “Não seria absurdo considerar, em razão da reconhecida sensibilidade política de Agnelo Queiroz, que o governador possa atuar como o principal elemento catalisador da aliança PT-PMDB, que por sua vez já dá sinais de andar por um fio em alguns Estados, especialmente no Rio de Janeiro.

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