05/08/2013

Oposição sem nome no DF

José Roberto Arruda e Joa­quim Roriz (ambos sem partido), Paulo Octávio e Alberto Fraga (DEM), Maria de Lourdes Abadia e Izalci Lucas (PSDB), Ro­gério Rosso e Eliana Pedro­sa (PSD), bem que poderiam deixar as divergência e vaidades de lado para, juntos construírem um projeto político visando o Palácio do Buriti. 
 
No gru­po destes personagens poderia surgir um nome de consenso, mas tudo indica que ninguém confia em ninguém e aí, o adversário comum chamado Agnelo Quei­roz, pode levar o troféu sem muito esforço, mesmo com o campo de esquerda dividido.
 
Como a política ultimamente virou sinônimo de negócio, dificilmente vai aparecer um “personagem novo” para encarar este desafio e sobrepor as forças tradicionais da política brasiliense. Portanto, estas são as lideranças com densidade de votos, história e experiência na gestão pública que a sociedade brasiliense construiu pós conquista democrática. No outro lado, encontram-se igualmente, no­mes reconhecidos e avaliados pelo eleitor como Cristo­vam Buarque, Rodrigo Rollem­berg entre tantos outros do chamado campo de esquerda.

Se estes personagens, cada qual com seus objetivos não se despirem — uns mais, outros menos — da vaidade e da arrogância, não vão conquistar corações e mentes do eleitor brasiliense. O “novo” pode estar entre os “velhos” que contribuíram e contribuem para que o Distrito Federal seja uma referência da Capital política e administrativa do país. 
 
Não com escândalos, mas como orgulho dos brasileiros. Se os líderes citados realmente estiverem dispostos a servir o Estado e não se servirem dele. Devem se unir e levar este compromisso para os cidadãos. Caso contrário, ganha o menos pior.

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