Filippelli pode ser o nome de Arruda e Roriz contra Agnelo

maio 20, 2013 0 Por


nas cabeças pensantes no grupo de José Roberto Arruda e de Joaquim
Roriz a convicção de que só existe uma solução para que eles cheguem em
2014 com chance de destronar Agnelo Queiroz: apoiar o vice-governador
Tadeu  Filippelli como candidato ao governo do DF. A tese foi discutida
com dois rozistas e três arrudistas na semana passada numa chácara na
Região Metropolitana de Brasília. 

Na avalição do grupo,  Filippelli é o
único que reúne condições para liderar os dois grupos e salvar do
esfacelamento político Joaquim Roriz e José Roberto Arruda.

Para um destes participantes da conversa, “não existe ninguém – além
dos dois líderes -, que mais reúne condições de aglutinar um projeto de
poder com chances de vitória do que  Filippelli. Ele conhece como
ninguém a realidade de Brasília, seus personagens e lideranças nas
cidades administrativas”. De acordo com esta fonte do PORTAL,
se não se juntarem, Agnelo, Rollemberg ou outro nome, varre do DF o que
restou das forças de Arruda e Roriz. Em tese, este grupo, sem uma
liderança no poder, desaparece até 2018, quando muito, sobrariam algumas
viúvas sem condições de alcançar o Palácio do Buriti novamente.

É bom lembar que a economia do DF não é de mercado e sim estatal.
Qualquer agente econômico que não estiver ligado a um grupo do poder
local tende a morrer à míngua ou crescer lentamente. É isso que está em
jogo. Um orçamento de R$ 24 bilhões por ano, por baixo. Outra encrenca é
o tempo. Tanto o grupo de Arruda quanto e de Roriz sabe que é quase
impossível construir um nome competitivo a tempo de disputar, de igual
para igual a cadeira de Agnelo em 2014. Quem tem chances reais para esta
tarefa chama-se Tadeu  Filippelli. A pergunta que fica é a seguinte:
ele toparia este desafio?

Este dilema deve estar ferroando a cabeça do vice. A eleição de 2014
vai definir o futuro do PMDB em 2018. Na convenção do partido este ano,
as principais lideranças como o senador Valdir Raupp (RO), disse que a
meta é trabalhar para lançar candidato a presidente em 2018. Refor-çado
pelo vice-presidente da República Michel Temer. “Em 2014 vamos colher os
frutos do nosso trabalho, da nossa competência.”

Na mesma linha defendeu o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ):
“Nós temos a condição de ganhar a Presidência da república em 2018. Um
partido forte começa com condições de crescer. Time que não joga não tem
torcida. O PMDB vai mostrar em 2014 o quão grande ele é.” Esta é a
grande responsabilidade de Tadeu  Filippelli. Ele não pode errar. Se
ficar com o PT terá que somar forças para ganhar e ser o nome em 2018. O
problema é se perder com o fraco Agnelo.

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