Justiça feita: líder do Hamas morto, Yahya Sinwar, foi o principal arquiteto da chacina do dia 7 de outubro de 2023 em Israel
outubro 18, 2024*Luciano Lima
Sabe quem ficou triste e lamentou a morte do terrorista Yahya Sinwar, líder máximo do grupo extremista Hamas? Quem apoia a covardia e o assassinato de inocentes.
Quem condenou a morte do “açougueiro”, apelido carinhoso e singelo de Yahya Sinwar, foram as ditaduras que se utilizam de métodos nada republicanos para impor o medo ao seu povo, como Rússia, Venezuela e Irã, considerado o berço do terrorismo mundial.
Justiça foi feita! E sem nenhuma hipocrisia, penso que o povo palestino só terá sossego quando esses grupos terroristas, que rejeitam qualquer tipo de diálogo que possa trazer paz, não estiverem mais sobre a face da terra.
A eliminação de Sinwan por tropas israelenses em Rafah, no Sul da Faixa de Gaza, nesta quarta-feira (16), foi considerada uma vitória das forças de defesa de Israel e foi muito comemorada nas ruas das principais cidades israelenses e em várias cidades do mundo.
O assassino Yahya Sinwan foi um dos principais arquitetos dos ataques a Israel, em 7 de outubro de 2023. A chacina deixou mais de 1,2 mil pessoas mortas e centenas de sequestrados.

O dia 7 de outubro de 2023 não pode nunca ser esquecido. Famílias inteiras foram violadas de uma forma muito covarde. Pessoas foram queimadas, decapitadas e estupradas. Pessoas de 36 nacionalidades diferentes foram mortas com requintes de crueldade, entre elas, os brasileiros Ranani Glazer, Karla Stelzer e Bruna Valeanu.
Justiça foi feita! Hoje, só penso nas famílias, destroçadas pelo ataque infame do Hamas, que aliás usa, de forma covarde, o seu próprio povo como escudo. Sinto que as vítimas de Yahya Sinwan estão sentindo um pouco mais de alívio.
*Luciano Lima é historiador, jornalista e radialista



