Análise da Notícia: lista de desserviços prestados pelo Peñarol e sua torcida é imensa
outubro 24, 2024*Por Luciano Lima
Não é novidade para ninguém que tanto o time do Peñarol, do Uruguai, quanto os seus torcedores gostam de jogar sujo dentro e fora das quatro linhas. Particularmente, considero o Peñarol o time mais violento da América do Sul. E o que a Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL) já fez?
Os episódios recentes de ataques racistas e brigas em locais públicos provocados pelos “Carboneros”, como são conhecidos os torcedores do Peñarol, são apenas grãos de areia na extensa “ficha criminal” dos torcedores e também do clube, que nunca soube perder.
Em 1983, na final da Libertadores entre Grêmio e Peñarol, os uruguaios iniciaram uma guerra em campo. Grêmio campeão. Em 1999, Flamengo e Peñarol se encontraram pelas semifinais da Copa Mercosul. O time rubro-negro elimina os uruguaios que não aceitam a derrota e protoganizam cenas lamentáveis de violência.

Em 2011, Peñarol e Santos disputavam a final da Libertadores. No jogo de ida, em Montevidéu, os torcedores do Santos são recebidos a pedras, paus e tudo que poderia ser atirado. No jogo de volta, Santos campeão, os jogadores do Peñarol começaram a agredir os jogadores do time paulista. Em 2017, pela fase de grupos da Libertadores, o Palmeiras vence o Peñarol por 3 a 2 e, no final da partida, os jogadores do clube uruguaio partem para cima dos jogadores do Palmeiras. E não para por aí!

Em 2019, o Flamengo recebia o Peñarol, no Rio de Janeiro, pela fase de grupos da Libertadores. Torcedores do clube uruguaio agrediram e assaltaram torcedores do Flamengo em plena Praia de Copacabana. Em 2020, também pela Libertadores, jogadores do Peñarol partiram para a briga contra os atletas do Atlético Paranaense.
A lista de confusões no Brasil, no Uruguai e em outro países é imensa. Os fatos citados neste texto são só tristes “aperitivos” cometidos pelo Club Atlético Penarol e por sua “criminosa” torcida. A CONMEBOL precisa tomar uma atitude mais concreta contra o clube uruguaio e seus torcedores. Os episódios lamentáveis que aconteceram no Brasil neste ano por si só, já poderiam resultar em punição. Na partida de volta contra o Botafogo, os “Carboneros” deveriam ser proibidos de estar no Estádio. Sem uma medida mais drástica, os dirigentes que fazem a gestão do futebol sul-americano só estão contribuindo para banalizar a violência.

Antijogo do Penarol foi recheado com castigo histórico
Sinceramente, não sei como o Penarol conseguiu chegar até as fases finais da competição de clubes mais importante da América do Sul. A vitória sobre o Flamengo mostrou bem que o clube uruguaio não merecia estar entre os melhores. Inacreditavelmente, o time rubro-negro foi eliminado.
O confronto de ida contra o Botafogo mostrou bem a fragilidade do Penarol que, no primeiro tempo, tentou segurar a partida com muita catimba, provocando paralisações entre faltas, reclamações, discussões e lesões “fake news”. Os reis do antijogo!
No segundo tempo, veio o castigo! Botafogo arrasa os uruguaios que saem com um barato 5 a 0. E sem direito a desconto!
*Luciano Lima é historiador, jornalista e radialista



