Trump presidente: Biden e Kamala foram apenas “mais do mesmo” da política de um império à beira de um ataque de nervos
novembro 6, 2024*Luciano Lima
Tem uma frase inesquecível, dita no início dos anos 90, pelo estrategista político americano James Carville que resume muito bem o que uma eleição americana significa para seus os eleitores: “As eleições presidenciais nos Estados Unidos giram em torno da economia, estúpido!”.
Biden, juntamente com Kamala Harris, fez a dívida pública americana avançar aos níveis mais altos da história. E só para não perder o gancho: o Brasil já viu e está vivendo este mesmo filme. No passado não tão distante, os resultados foram trágicos. E parece que a turma da “canhota” não aprendeu.
Voltando para as eleições americanas, não é à toa que os Estados Unidos são considerados a maior democracia do mundo. Lá não “tem choro e nem vela” e nem “mi mi mi”. Um governo não deu resultado, eles vão às urnas, com cédula de papel, e simplesmente trocam.
Biden vai deixar os Estados Unidos com níveis de endividamento sem precedentes. É certo que a gastança desenfreada de Biden e Kamala vai deixar para Donald Trump uma enorme dor de cabeça.
Além disso, a derrota da inexpressiva Kamala Harris é também culpa da fragilidade passada por Joe Biden, que foi um presidente fraco em todos os sentidos. Não à toa, quando desistiu de tentar a reeleição tinha somente 37% de aprovação. Ou seja, o presidente que obrigava as mulheres do serviço secreto a vê-lo nu, vai deixar o comando da mais poderosa nação do planeta beirando a mediocridade.
*Luciano Lima é historiador, jornalista e radialista



