GDF precisa melhorar a coleta do lixo

GDF precisa melhorar a coleta do lixo

janeiro 3, 2025 0 Por editor

Por Luciano Lima

O trabalho da coleta de lixo no Distrito Federal desandou depois das mudanças de horário e turno. São reclamações de todos os tipos. Ou seja, no cardápio de queixas tem de “sal” e de “doce”.

Na quadra onde este jornalista reside no Guará 2, o horário da coleta pode acontecer das 7h às 15h, ou seja, se você não contratar alguém para ficar vigiando o horário que o caminhão do lixo vai passar, vai ter que colocar os resíduos na rua bem cedinho. Se o caminhão resolver passar só no final do horário previamente determinado, o fedor na rua, principalmente se fizer calor, fica insuportável. Além, é claro, do risco do saco do lixo ser rasgado por cães ou gatos de rua, ou mesmo por pessoas em situação de rua querendo fazer reciclagem na porta da sua casa.

Outro ponto que não consegui entender foi a mudança dos turnos no recolhimento dos lixos seco e orgânico em várias cidades. Por que tiraram do período noturno no Guará, por exemplo? Ficou ruim até para o coletor, que fica sujeito à chuva e ao forte calor. A coleta em cidades mais populosas deveriam acontecer no período noturno e com mais caminhões e coletores.

Além disso, ainda temos que ficar a mercê de uma minoria de trabalhadores que não fazem o seu trabalho de forma correta e algumas vezes deixam nossas ruas sujas.

Outra dica que este jornalista gostaria de dar é para que o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) melhore a sua comunicação. As informações do site do SLU, por exemplo, são confusas e não facilitam a busca do usuário pelos serviços prestados.

É importante que o Governo do Distrito Federal repense a estratégia para melhorar a coleta de lixo no Distrito Federal. Por outro lado, é preciso que a população também colabore organizando melhor os seus resíduos e fazendo corretamente a seleção do lixo seco e do úmido.

Não podemos esquecer também que é explicitamente proibido jogar lixo em rodovias, ruas, praças, parques, áreas protegidas e demais logradouros públicos. Temos que também fazer a nossa parte.

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