Ministério da Saúde precisa de gestão e não de extremistas com atuação ideológica
fevereiro 26, 2025Por Luciano Lima
A queda da ministra Nísia Trindade não é nenhuma novidade. Era impossível manter no Ministério da Saúde, uma pasta tão importante e estratégica para o Brasil, uma extremista que não sabia dialogar, principalmente com a classe política.
Defensora da liberação do uso de drogas e do aborto legal e irrestrito, Nísia Trindade não entendeu que o ministério não poderia ser apenas um “puxadinho” para suas convicções ideológicas.
Fato é que o Ministério da Saúde, sob o comando de Nísia Trindade, não teve nenhum protagonismo e não tem ajudado Lula a diminuir a sua rejeição. Aliás, milhares de brasileiros ainda estão perdendo a vida por causa de atendimento médico de má qualidade.
O Ministério da Saúde precisa de um ministro que saía do “ar-condicionado” e sinta verdadeiramente o drama dos brasileiros de “carne e osso”, que necessitam ter acesso a exames e consultas especializadas, principalmente em áreas como oncologia, ortopedia, cardiologia e oftalmologia.
Padilha na Saúde
Agora, após a demissão de Nisía Andrade, o Ministério da Saúde será comandado pelo deputado federal e médico de formação Alexandre Padilha, pasta que vai ocupar pela segunda vez em sua carreira política. Padilha já esteve à frente do ministério entre 2011 e 2014, durante a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff.
Padilha recebeu muitas críticas sobre sua atuação como ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, mas é indiscutivelmente mais experiente e polido que sua antecessora.



